O teu magnético azul
Que me faz questionar
Se em ti há norte ou sul
Ou se a tua cor vem do mar
Olhar-te me traz
O doce e calmo sentimento de paz
Seja de noite ou de dia
Contigo conto minha estrela guia
Em ti encontro minha alegria
Minha magia
Tu tudo mudaste e tudo simbolizas
Desde o vento até às brisas
Se fores negro enublado de morte
Ou azul e sorridente de alegria e sorte
E as profecias divinas?
Oh, esse quebra-cabeças infinito
Para aqueles que fazem do bom e do bonito
E depois se desculpam com sinas
Aquelas finas
As descrições do paraíso
Será que é para ti que vão
Minha alma e coração
Quando a morte me vier buscar
Para velha ou nova me levar?
Ou será que como tantos outros perco agora o siso?
Mas não é preciso
Tal local que em ti encerras
De certeza que não vai trazer mais guerras,
Não de ti que és beleza.
Então para quê toda essa tristeza?
Mesmo assim
Vou continuar, aqui a olhar
Enfim
Talvez um dia me venha a calhar
Uma daquelas vistas maravilhosas,
De coisas mais que espantosas
Que não se sabe se são da terra
Ou vinda de para lá da nossa atmosfera.
quarta-feira, abril 06, 2005
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