Uma professora minha de português, quando comecei a escrever, explicou-me que uma história é basicamente um resumo. Primeiro organizamos tudo dentro da nossa mente, resumimos as ideias que temos numa ordem enumerada e depois desenvolvemos esse resumo, tem que ser um resumo das nossas ideias e não um despejar de conceitos e pensamentos.
Explicou-me isto porque sempre fui muito boa a resumir as coisas, agarrar em algo e fazer uma síntese credível e bastante clara. Mas também me explicou que por vezes temos que desenvolver maneiras próprias, isto é, dar um toque pessoal em qualquer resumo que façamos, porque de outro modo este seria o mesmo que tantos outros.
Uma história seria basicamente o mesmo, pegamos no nosso resumo mental e alargamo-lo com um toque sempre pessoal, não podendo deixar que deixe de ser credível mas também não podemos permitir que seja enfadonho. No entanto, o básico tem que estar sempre lá: apresentação, o desenvolvimento, o clímax e o desfecho. Dando vida as personagens damos também uma personalidade e uma aparência, mais ou menos definida, dependendo delas a acção da história.
Tento ser a mais rigorosa possível quando escrevo um texto narrativo mas também sei que o sucesso do mesmo depende da maneira própria de cada pessoa de narrar esse mesmo texto, do cunho pessoal que todos imprimimos em tudo quanto escrevemos.
Esta a minha maneira básica de escrever seja um texto de opinião, um resumo ou mesmo um livro… o que conta mesmo é contar algo que seja atractivo, especifico acima de tudo claro e fluido.
Paz!
Explicou-me isto porque sempre fui muito boa a resumir as coisas, agarrar em algo e fazer uma síntese credível e bastante clara. Mas também me explicou que por vezes temos que desenvolver maneiras próprias, isto é, dar um toque pessoal em qualquer resumo que façamos, porque de outro modo este seria o mesmo que tantos outros.
Uma história seria basicamente o mesmo, pegamos no nosso resumo mental e alargamo-lo com um toque sempre pessoal, não podendo deixar que deixe de ser credível mas também não podemos permitir que seja enfadonho. No entanto, o básico tem que estar sempre lá: apresentação, o desenvolvimento, o clímax e o desfecho. Dando vida as personagens damos também uma personalidade e uma aparência, mais ou menos definida, dependendo delas a acção da história.
Tento ser a mais rigorosa possível quando escrevo um texto narrativo mas também sei que o sucesso do mesmo depende da maneira própria de cada pessoa de narrar esse mesmo texto, do cunho pessoal que todos imprimimos em tudo quanto escrevemos.
Esta a minha maneira básica de escrever seja um texto de opinião, um resumo ou mesmo um livro… o que conta mesmo é contar algo que seja atractivo, especifico acima de tudo claro e fluido.
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