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sábado, janeiro 12, 2008

Escolher Um Livro

A minha estante esta a abarrotar ao ponto de eu ter que fazer uma pillha numa cadeira.
Sou extremamente esquesita no que toca a escolher um bom livro para comprar ou para ler, e muitas vezes escolho-os por instinto e por alguns paragrafos lidos a correr na hora do que por conselhos e odeio quando me tentam impingir um daqueles livros que falam da vida real de não-sei-quem que fez não-sei-o-que por causa do que o não-sei-o-quantos lhe fez. Quando eu quizer ver algo do dia-a-dia abro a janela, vou a varanda ou saio para a rua, leio o jornal ou vejo as notícias.
Fico um bocado stressada quando acham sempre que sabem melhor que eu o que eu quero para mim.
Não é que seja cá por coisas, mas já sendo, até aceito que os vendedores recomendem o que sai mais ou o genero que mais agrada mas fico com os cabelos em pé quando simpaticamente digo que naquele momento queria algo mais do foro fantástico e a pessoa me diz que nnão gosta do genero porque ou é muito fantasioso ou não lhe agrada ou acha que não mereciam tanta publicidade por causa de meia duzia de invenções ou que não passam de ilusões...
OH MEUS AMIGOS! Sobe-me cá por mim a cima uma daquelas coisas mesmo assim feias que ninguem gosta d ouvir muito menos d ver... e da-me uma daquelas vontades que por vezes não contenho com uma resposta doo género "Prefiro a fantasia que meia duzia de mentirias de um tipo qualquer que acha que sabe melhor que eu o que é a vida real. Quando quero realidade leio o jornal... é mais honesto!".
Fica muito mal, quando se é muito simpatico para alguém e se recusa gentilmente um genero e depois nos disparam com uma resposta daquelas... como se eu fosse uma qualquer ignorante que se deixa levar nas ilusões de qualquer um. Como costuma dizer o meu pai: "Para onde tu vens, já eu de lá vim a muito tempo!"
Lá porque eles gostam de se afunda nos horrores nas tristesas de tudo e todos não quer dizer que eu também queria.
Cá eu gosto de fugir para um mundo só meu, de imaginar, de não ter a papinha ali toda feita a minha frente, de abrir a minha mente e voar pelos infinitos universos de possibilidades que existem, de por um momento acreditar que o mundo pode ser melhor, desenvolver a mente num jogo de cores e maravilhas feitas a minha medida por reinos, universos, paises e mundos nunca dantes navegados, visitados, conhecidos... deem-lhe o nome que quiserem, mas para mim eu prefiro a realidada da fantasia à fantasia do que é a realidade.


Paz!

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