Por vezes achamos que somos iguais a todos os outros... mas o destino teima em por-nos de parte. Afastar-nos de algo tão simples como a pessoa que amamos.
Como pode o coração resisitir a umas vezes n ser amado, ou seja, correspondido; outras ser renegado, regeitado apenas porque o outro não tem as mesmas preferências, porque não se é igual aos demais... porque se tenta mudar o mundo a nossa volta com pequenos gestos... e depois quando se acredita que encontramos novamente alguém que até é diferente dos outros, que gosta das mesmas coisas que nós, que parece aquela pessoa por quem tanto procuramos... acabamos por descobrir que não somos nós a ter um lugar especial no seu coração...
O destino... por vezes a salvação reside na esperança... mas como podemos após sabermos que o seu coração não nos pertence, sendo este facto encobrido com um simples "não estou preparado", voltar a olha-lo como antes, finguir que não estamos magoados, que não nos doi olha-lo sabendo que não há qualquer esperança.
Destino? Não... vingança pura e cruel de um qualquer ser superior que brinca com a nossa vida e os nossos sentimentos como se nós fossemos movidos por pequenos cordeis. Fantoches num teatro de faz-de-conta.
Mancha a alma de qualquer escritor em busca de inspiração ser tantas vezes negado. Diz-se azar ao amor, sorte ao jogo... mas eu apenas tenho azar a ambos.
Acho que na minha anterior fiz algo muito errado, algo de tão terrivel que pago ainda esse preço nesta vida mesmo sem saber de que se trata.
Esperança? Destino? Amor? Isso são apenas sonhos de loucos, "a fools dream" como se diz em inglês.
domingo, maio 15, 2005
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