A orla da morte
De um beijo suave
De azar ou de sorte
De um sentimento além de forte
Sonhamos o puro
Mas vivemos no muro
Do infindável futuro
Que não nos leva além de um quarto escuro
Da alma da mente
A terna razão de ser
Que nos queima ardentementeNa ânsia de amor sonhar ter
quarta-feira, abril 06, 2005
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